Identidade Visual para o Lacustre Hall

Celebrar é viver o extraordinário
A Lacustre nasce para ser referência em experiências de alto padrão, unindo a sofisticação da alta gastronomia à exclusividade de um espaço concebido para celebrar momentos inesquecíveis. Mais do que uma casa de eventos, é um conceito: a harmonia entre cenário, atmosfera e sabor.
A marca opera em duas linhas de trabalho, o Hall, espaço icônico em Brasília, e a Gastronomia, sob curadoria do Chef Rafa Dantas, que leva a assinatura Lacustre a qualquer lugar escolhido pelo cliente. O desafio era construir uma identidade à altura de um público que já convive com o luxo e reconhece o genérico à distância: nada de ornamento vazio, mas um sistema sóbrio, de gesto único, que funciona tanto num cartão de visita quanto no letreiro de fachada visto da rua.
Dois L e um H
O símbolo nasce da sobreposição de dois "L", um na posição normal e outro invertido que juntos formam a base visual do monograma. Com a adição de um traço central surge a letra "H", de Hall. O desenho une as duas iniciais de forma harmônica, resultando numa marca elegante, moderna e conceitual, construída sobre malha para que cada proporção seja reproduzível.
Cores institucionais
O verde profundo transmite sofisticação e conexão com a natureza. O bege traz leveza e equilíbrio, enquanto o ocre acrescenta estabilidade e confiança. Juntas, as três compõem uma identidade moderna, acolhedora e elegante, e cobrem tanto o impresso em relevo quanto a leitura em tela.
#27351D
Verde Profundo
Base, sofisticação e conexão com a natureza
#C09374
Ocre
Acento, estabilidade e confiança, o metal da marca
#EBDDBC
Bege
Respiro, leveza, equilíbrio e superfície de leitura
Tipografia
Uma serifada de contraste alto assina a marca e faz o trabalho de sofisticação sem recorrer a script ou caligrafia, que datariam o projeto. A Montserrat entra como secundária para tudo que é informação, cardápio, sinalização, contrato e material operacional, onde a leitura precisa ser neutra e direta.
LACUSTRE
Luxury Serif Regular (primária) + Montserrat (secundária)
A serifada de alto contraste assina; a sans neutra sustenta cardápios, sinalização e material operacional.
Padronagem
A padronagem foi criada a partir da repetição do próprio símbolo, compondo uma combinação abstrata que traz vida e personalidade à identidade. Funciona como textura de apoio em impresso e digital, no verso de um cartão, na aba de um envelope ou como fundo de uma peça inteira.
As regras que mantêm a marca de pé
Uma identidade só sobrevive ao uso diário se estiver documentada. O manual reúne as normas que garantem a mesma leitura em qualquer superfície: quanto de ar a logo exige, até onde pode ser reduzida sem perder legibilidade, em que proporções deve ser reconstruída em pintura ou serigrafia, e o que nunca deve ser feito com ela.
A área de proteção reserva um espaço mínimo equivalente a "x" ao redor da logo em relação a qualquer outro elemento. A malha de construção, 52 quadrados de 1 cm na versão horizontal e 81 na vertical define proporções exatas para peças não digitais, como faixas, pinturas e serigrafias livres.
A redução mínima fixa o limite de leitura: 7,2 cm de largura no impresso e 162 px no digital para a assinatura horizontal. Abaixo disso o monograma fecha e o nome perde definição. A versão monocromática atende impressoras de alto contraste, carimbos e telas serigráficas, onde não há meio-tom para reproduzir.
Por fim, as regras de aplicação e os usos indevidos. De um lado, as combinações aprovadas: cor sólida sobre verde, monocromática e aplicação em fundo claro. Do outro, o que compromete a marca, achatar ou espremer fora de proporção, trocar as cores, aplicar gradiente ou recompor o logotipo com outra tipografia.
Papelaria
No papel, o verde vira superfície e o ocre vira relevo, a combinação que dá ao material a sensação de peso que o público de alto padrão espera. O monograma aplicado sozinho, sem o logotipo por extenso, já sustenta o reconhecimento no verso do cartão e na aba do envelope.
Digital
No digital a marca mantém o mesmo silêncio: fundo verde-escuro, monograma em ocre e a fotografia fazendo o resto. É a aplicação que prova a força do símbolo, reduzido à tela de um celular, continua reconhecível sem precisar do nome por extenso.
Brindes, mesa e frota
É na mesa que o convidado encontra a marca de perto: o porta-copos, a xícara e a sacola aplicam a identidade em escala íntima, onde acabamento importa mais que tamanho. Na frota, o mesmo sistema muda de escala sem mudar de tom, o verde institucional com a assinatura da linha Gastronomia, que leva a marca para fora do Hall.
Uniformes
A equipe é o ponto de contato mais constante da marca. Camisa social de gola e punho em ocre para o salão, polo para a operação, sempre com o logotipo bordado no peito e o monograma ampliado nas costas, que transforma o time em sinalização viva do espaço.
O resultado é uma identidade que se comporta como o próprio espaço: discreta na primeira leitura, precisa no detalhe e coerente do letreiro de fachada ao guardanapo dobrado sobre a mesa, com um manual que garante que ela continue assim depois que sai das minhas mãos.